domingo, 25 de julho de 2010

Vermelho Balão


Vermelho balão (essa não foi minha não!)
Azul Bonaparte
Branco estrelado
Areia lunar
Marrom terreiro
Lilás da violeta
E eu? Arco-íris,
Mas sou apenas iris

domingo, 18 de julho de 2010

Despertar ao Sol


Acordar com vontade por vezes é difícil. Um dissabor que nem a pasta de mentol tira. No entanto, abri a janela e o sol ressoou sua solenidade. O clichê é verdadeiro. Não há mesmo como contestar a sabedoria popular acerca da simplicidade dar conta de tudo, se assim puder nomear a natureza. Não sei ao certo de onde veio, mas aceitei ao ímpeto de jogar o corpo de volta a cama apenas para ter os braços atrás da cabeça num espreguiçamento alongado e forte. A face em sorriso e os pés espertos. É bom arrumar uma bonita mesa para o café da manhã. O glamour não é apenas frivolidade. A beleza é essencial para a alegria. Delícia de pão quentinho com requeijão. Um flash e visualizo margaridas brancas rodando no vento do campo e neon azul. Seria o céu? Miragem que criei do balanço da música que vêm lá da sala. Sei lá, essas coisas inspiram. A luz lá de fora pede a bicicleta. Avançando alucinadamente pela rua aberta da vila onde moro consigo pertencer às mãos do dia. Personifico famosas cenas do cinema e enxergo a grande ocular da câmara no plano superior gravando minha larga alegria para a vida. Faço o Twist and Shout como eu quiser. Liberdade.  Meus olhos aos seus podem ser de um estranho, mas meu caminhar não é ordinário. Sigo entorpecida pela música. Sing Blue Silver, eu ouço o refrão. O meu amor brilha assim, acabei de realizar. Oh, vista bonita de crianças no parquinho do jardim ali da praça. Algodão doce para arrematar. Uuuh, estou no céu e as asas do anjo me suporta. Alguém poderia explicar a razão deste estranho comportamento? Boba, é só instante de felicidade.



quinta-feira, 3 de junho de 2010

Café Aromatizado de Baunilha com Nozes



- Embófia – saiu ele gritando da sala do diretor. – Embófia – ele repetiu.
Não esperava nada disso hoje para o meu dia. Havia planejado para ser perfeito. Serenidade, paz, metas consumidas. Pedaço de muffin com café aromatizado de baunilha com nozes ao final da tarde. Mas ele saiu gritando essa tal de embófia com tamanha gravidade que contagiou em sua surpresa. O diretor me chama ao telefone. Essa, reação lógica. Solicita que eu peça com urgência em sua sala seu sócio-diretor. Alguns toques, chamadas e feito. O sócio-diretor chega agitado e entra imediatamente sem anunciação. Ok, eles se entendem. Vamos lá, fazer alguma coisa – penso para dispersar. Retomo ao tempo corrente envolta em mim mesma. Assim quero para esse dia e conecto-me. Escondido, ligo o Mp4 dentro da gaveta. Está o suficiente apenas para a minha audição. Muitas páginas digitadas, emails lidos, respondidos, urgências revistas, concluídas; muitas ligações realizadas, outras transferidas. Eu ajeito aos cabelos por vezes, assim como, refaço o batom nos lábios. É importante o asseio e a aparência no escritório. Por fim, o equilíbrio senti. Meu pensamento vai longe para onde não sei por que exatamente vejo nada. É somente a sensação do querer sentir prazer ainda que no vazio. De verdade mesmo, vou dizer, por vezes tenho assim essa alegria de se estar viva e segura esteja onde estiver. E pode ser aqui, dentro deste escritório. É invariável e simplesmente pelo motivo de ter água potável e fresca para beber, o chão que não vai tremer nem bombas ou aviões que cairão por aqui.  Opa, pintou a vontade de escrever na rede social... Ele voltou, Sr. Embófia. De fronte minha mesa, me olhou profundamente e pediu ser anunciado. Veio decidido e deu ponto final nessa minha tal proposta de auto-relação harmônica e tornou-se decisivo para mim: Bonito, adorável, abençoado. Puxa! Nunca antes tinha reparado nele assim, mas dessa vez me fitou tão diretamente que se tornou impossível. A beleza da inconseqüência foi o que me provocou este instante. É importante praticar por vezes senão é tudo sem graça demais se resumindo aos suspiros de vida como ora descrevi. Ficamos apenas a apresentar respostas por obrigação de ser assim. – Desculpe, - corri antes de ele entrar no elevador - poderia me responder se está tudo bem? Digo, lá dentro, é preciso alguma providência? O senhor necessita de alguma providência? – perguntei estando ao seu lado e  me esquecendo do telefone tocando de minha mesa. – Não, senhorita. Não há mais providências a tomar. Boa tarde. – E sumiu por detrás da porta do elevador. Oh, mediocridade. Estou aqui, tomando meu café aromatizado, porém hoje não será a costumeira baunilha com nozes, mas chocolate trufado. Doce inconseqüência, queria praticá-la em mais porções muito embora nem sempre o dia termine perfeito e o nirvana exploda! Vou por enquanto, exercitando a ousadia nos aromas do café.

domingo, 23 de maio de 2010

Reformulações no Blog...

Olá! Já faz três meses da minha última publicação. Verdade, não tenho me dedicado muito por aqui e não é por esquecimento. Hora não me organizo corretamente, hora estou cansada, hora nem quero saber, hora me cobro demais pela criatividade que a criatividade não vem... Bem, meu blog sempre foi uma mistura de publicações dos meus pensamentos críticos de várias ordens, de causos do meu cotidiano e de pequenos contos da minha autoria. A partir de agora usarei mais do meu blog para a publicação dos contos que me proponho escrever. Claro, ainda pretendo usar deste espaço livre para expor algumas críticas. Verdade que tenho sentido muita vontade de compartilhar minhas idéias acerca de assuntos como: porque os velhinhos que têm seus direitos garantidos sobre lugares reservados são tão mal educados quando do uso deste direito. Da mesma maneira, mães com crianças de colo, atuam com a mesma falta de educação. Eles não teriam de dar o exemplo às gerações? Gostaria de falar também de quando acontecem calamidades por conta de chuvas torrenciais, o interessante que é ver ao brasileiro lembrar-se que aqui ainda não é o país da bonança. A loucura do trânsito na cidade de São Paulo, ressaltando de que antigamente, num passado não tão distante, as famílias compartilhavam da carona e assim faziam os vizinhos. Agora, cada um tem seu carro e vão sozinhos de lá para cá. De repente, ninguém mais consegue cruzar os mesmos horários e caminhos... Que o metrô avança incrivelmente, mas as empresas e indústrias continuam concentradas nas mesmas regiões centrais e, portanto, a lotação de pessoas e carros vai continuar intensa nos grandes centros e vias de acesso... Que eu continuo adorando pão de queijo, café, pipoca e chocolate. E que o outono é definitivamente a minha estação do ano favorita! No entanto, meu interesse na publicação do meu livro de pequenos contos está gritando mais alto em mim e por esse motivo, vou compartilhar os textos aqui com vocês. Sintam-se a vontade para criticarem como quiserem. Nem sempre agradamos a todos. O meu interesse realmente é descobrir a qualidade deles, muito mais do que o tema abordado. Vou me esforçar em lançar um por semana. Um esforço, não uma promessa. Quem usar do Facebook, a atualização é informada automaticamente por lá. O link ao lado acima, indica minha página. Aguardem a próxima publicação e divulguem! Valeu! E aproveitem agora para dar uma espiada nos contos anteriores...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Quarta-feira de cinzas


Este personagem está nos dias que nem o sol adianta. Nem o barulho dos passarinhos no revoar de brincadeiras. Nem o bolo de chocolate quentinho com sorvete. Nem o encontro com o amor mais querido atenua a dor que se sente. Só dilacera e não há mais o que fazer do que permanecer a fitar o distante. Intacto e por vezes caminhando, este olhar não vê nada e nessas horas ocorrem-se de ter as coisas por cair e caíram; e perdeu-se o ponto da comida; e tropeçou e esqueceu-se da gentileza. Esses fortuitos promoveram nele ficar ainda mais preso ao alienado provocativo da dor, sem espaço para volta. No dia em que se está, ter o relógio a obrigar no re-contato com a vida que subsiste parece mais a um alarme de carros desses que são monitorados e ficam gritando aquela voz gravada avisando do assalto. É mesmo impossível passar despercebido. O nosso personagem enfrenta então, o fato incontestável, óbvio e clichê: o tempo não pára. Daí que daí, tudo acaba por parecer como a uma quarta-feira de cinzas ao meio-dia. Contra todos os ânimos, o dever conclama. Não há alternativas possíveis por decidir senão o de voltar. O personagem aperta o botão do alarme para mais quinze minutos. Quer postergar. Até adormece ele, porém ecoa insolente o alarme se considerando a tristeza sentida. Ele levanta-se vencido, banha-se, toma um café preto bastante quente. Esse o único alívio. Poe a roupa e sai. Prossegue de atos mecânicos dirigindo até seu trabalho. – Bom dia – necessariamente cumprimenta todos. Ouve piadas, abre sorrisos tortos e acredita que convenceu. O tempo à vista exibe-se vitorioso, pois é de fato inexorável. Sádico, ele diria, pois as horas vão livremente sem pressa. Até que enfim, pausa para o almoço, ainda que sem graça. Outra parte do expediente a se cumprir. O cigarro e o café, cúmplices, não vão trair o silêncio. Acabou. O personagem vai voltar para seu refúgio. Desafogo. Em casa, encontra liberdade quando despe-se e fica a vontade com seus chinelos de borracha e mira seu espaço. Estabelecido lamenta, pois ainda que inteiro de seus direitos, não há inspiração. Porque dessa tristeza toda? – ele questiona para o pingüim da geladeira. Sem dúvida falar com o enfeite foi o fim declarado. Ele não come nada, somente mergulha o corpo para debaixo do lençol e apaga a luminária, última luz. Os olhos mantêm-se abertos no escuro e ele começa a enxergar seus sonhos, seus desejos, a vontade do fazer, a garota da capa, suas medalhas. Um suspiro. Ele suspira. No escuro, infortunadamente ainda, o vislumbre. Fastio. Liga outra vez a luminária e levanta-se. Vai percorrendo a casa inteira até a cozinha acendendo a todas as luzes causando agora somente, dispersão. Bebe um copo grande com água fresca do filtro de barro, posto que é ligado nessas antiguidades. Retorna agindo no inverso. Última luz apagada, fechou aos olhos. Tudo é escuro. Ele dormiu.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Manifestação Popular

Quadro 01: Assistindo a esses programas populares, tinha uma bancada na rua na qual podiam se manifestar como quisessem e o que quisessem. Eis que se apresentou o popular muito nervoso, deu uma banana e bradou: - Ó prá vocês Seus Políticos. Vocês lá, vão ser tudo absolvidos por excesso de provas. Uma banana prá vocês...
Quadro 02: Eu passava na rua por um órgão público e este estava bem guardado com os seguranças a postos e em sentido operante. Uma popular parou e fez a observação: - Olha quantos seguranças! Todo lugar que rouba a gente têm muitos seguranças.
Estas manifestações populares foram divertidíssimas, mas taí, a coisa toda vai por isso mesmo... E depois do Carnaval a gente pensa se faz alguma coisa...!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Sofreguidão



Sofreguidão. Sentindo-se assim saí naquela tarde nublada de insistentes chuviscos finos e frios. Caminhava pelo bairro admirando aos prédios novos com arquitetura inventiva. Ruas tranqüilas com poucos carros e pessoas circulando comigo. Todos possivelmente experimentando uma mesma sensação de solidão. Sozinhos em seus pensamentos. Eu prosseguia pisando firme na calçada marcando minha angústia. “Vai embora sem arrependimentos. Joga-se aos bueiros. Aproveita dos chuviscos e escoa Sr. Sentimento Amargo”. Opa, paradinha estratégica na padaria. Muito conveniente. Chiquérrima e cheia de pecados. Mas quem inventou isso? A fome e a miséria, claro. Comi salgados, doces e o cappuccino não poderia faltar. Adoro! Depois de um sorriso simpático meu à operadora do caixa, porque a conta não importa mais agora, saio para seguir aos paralelepípedos. Nossa, mas que cão mais lindo! Me peguei encantada com um Colie de pelo longo. – Que lindo seu cão! De verdade, me fez lembrar a infância. – irresistivelmente exclamei ao seu dono. – Eu te entendo, Lassie. Por isso eu escolhi esta raça. E ficamos ali umedecidos pelo chuvisco teimoso a trocar idéias sobre tais lembranças e a doçura do cão, ainda que trabalhoso deixá-lo assim tão atraente. Sorrisos e olhares a se perderem de foco, o adeus com bom dia. Aos deuses meus agradecimentos. Consigo enxergar por detrás do céu cinzento. Minha imensa vontade agora é entrar no mercado mais próximo e comprar espaguete italiano, tomates frescos e salada de folhas escuras. Acho que acabou o azeite, preciso deste também. Vinho já tenho, nunca deve faltar na dispensa. Meu jantar vai ficar ainda melhor com a presença da minha amiga mais querida para as baladas animadas. Tudo arranjado agora. A noite está apenas começando. Amanhã não haverá tempo ruim, há um lindo colie passeando na calçada.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Aromas de pães e laranjeiras



Foi passeando no molhado como diz a canção e assoviando a esmo criações dele daquele instante de inspiração, que se dirigia a padaria. Não era compositor de maneira nenhuma, mas sabe os dias nos quais se acorda cheio duma motivação engraçada com a vida? Em pura energia? Pois foi um desses dias. E muito estranhamente num momento nublado de garoa, pois de maneira geral eram nos climas de sol que se sentia assim especialmente. Acordou cheio de fome e vontade de comer um pãozinho bem fresquinho e com toda essa vontade que foi ao encontro da padaria um tanto mais distante, porém garantida de qualidade ótima. Que delícia, pensou, pois viu escrito na faixa de fronte: “Hummm! Pão fresquinho a toda hora!!!” Mais perfeição impossível! Estando ao balcão fazendo seu pedido de cinco pães do francês ouviu a doçura da voz dela surgida tranquilamente decidida querendo o mesmo. Ele percebeu perfumes difusos no ar de fermento quente e laranjeiras. Sem explicação. Olhou para ela distraída com outras comidas à mostra, principalmente com o pedaço do bolo de mel. Ela levou o dedo à boca, muito provavelmente questionando o pecado daquele desejo. Imediatamente ele mudou o foco enxergando o pão quente aberto ao meio lambuzado na manteiga derretida pelo calor e sentiu todo o sabor daquela mordida querida. O balconista chamou-o para entregar o pacote que já não tinha mais o interesse. Ele fez uma hora por ali aguardando o avanço dela até o caixa e foi atrás. Ela levou o pedaço do  bolo de mel também. De tão próximo, esbarraram-se e toda gentil ela, imaginando ser a culpada, desculpou-se pela distração. Ele não teve dúvidas frente à oportunidade e numa correria fez a proposta: - Você é linda. Eu quero seu telefone, mas posso entregar meu cartão se preferir. Eu o tenho na carteira. Posso garantir que ficarei com o celular a mão. A operadora do caixa parou com tudo e de olhos bem abertos somente mexia as vistas como assistisse uma partida de tênis. Em resposta, ela tomou ar e sorriu simpática dizendo: - Ok, me dê seu cartão e quem sabe. Você foi adorável. Bom dia! – Pagou rapidamente e sumiu na calçada. Ele de volta em casa, espalhou os pães quentes a mesa para continuar a sentir aquele aroma. Pegou seu celular, a manteiga e a faca. Entorpecido, excedeu-se de comer os pães franceses frescos. Aquele dia passou e nenhuma ligação de volta. Tudo bem, ele pensou, amanhã compro pão de queijo.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Zina, a personalidade de 2009?



Mas porque ainda vivemos uma condição desta? Até quando este tipo de opinião vai perseguir a realidade brasileira? País do Oba Oba geral mesmo! É de muito mau gosto e generalista a piada que o ator Robbin Willians fez no programa de entrevistas do David Letterman acerca das Olimpíadas sediadas aqui no Rio de Janeiro, ao insinuar que a prostituição e drogas venceram a elegância e a inteligência da primeira dama americana e a apresentadora Oprah. Mas convenhamos que às vezes tudo parece mesmo se resumir a isso, uma festa sem precedentes. Caetano Veloso foi deselegante e digo até de uma sinceridade ingênua burra nas declarações que lançou acerca do presidente Lula, mas o fato é inegável, nosso presidente fala incorretamente nossa língua. Quando temos uma votação para escolher a personalidade que marcou o ano de 2009 e vimos até o momento o primeiro votado ser Zina, aquele personagem criado pelo programa humorístico Pânico na TV ganhando esta enquête, fico outra vez arrasada. Sim, esta palavra, arrasada, porque vejo que é esta a história que vamos nos repetir, ou seja, um brasileirinho sofrido que chegou lá. E chegar lá se resume apenas em SUCESSO e só. Não queremos saber como e o que foi feito para isso, o importante é resumir a história para o SUCESSO. Pessoas, apenas para situar, esse moço é um doente mental literalmente, morador de periferia que obviamente adora futebol. Ele jogou uma exclamação que o programa sabiamente tornou um bordão e soube explorar a figura exótica deste moço, muito em função do seu problema de saúde, e juntamente com sua história de miséria, transformá-lo num personagem sei lá o quê vencedor dessa vida. Até quando viveremos esta fábula criada do American Dream para nós brasileiros? Façam um mapeamento das cidades e marquem com caneta o tamanho das regiões nobres e o tamanho das periferias e digam onde está o American Way of Life? É estranho dizer, mas o Lula para mim definitivamente representa o máximo valor do consumismo. “Sou cobrador de ônibus e para que eu mereço mais? E meus filhos que sigam o que quiserem, porque hoje eu tenho minha casinha própria e garanto o churrasco no meu quintal sempre que quiser. O bolo de aniversário do garoto é do Batman.” E pronto. Vimos constantemente notícias do tamanho da abertura de ofertas de emprego e conseqüente aquecimento econômico. No entanto, avaliem os setores empregatícios. Para a mão de obra especializada não existe toda essa abertura. Faculdades hoje estão em todas as esquinas com cursos instantâneos que “especializam” o técnico. E, mais estranho ainda, este diploma lhe garante apenas continuar sendo técnico. Estou sendo pessimista demais talvez, pois devemos esperar a próxima geração para uns 15 ou 20 anos à frente e conferir o resultado disso tudo. Mas muito mais importante do que aprender a ler é saber ler.
http://noticias.uol.com.br/enquetes/enquete.jhtm?id=7552#r

sábado, 21 de novembro de 2009

Plástica, fazer ou não fazer? Eis a questão.

Estávamos conversando sobre o culto a cirurgia plástica e toda a real necessidade disso e tal. Pessoas mais jovens do que eu opinando acerca do tema. Estando no auge dos quarentinha, contra argumentei de que hoje todos são mais saudáveis, fortes e por conta disso muito mais joviais tanto fisicamente como pessoalmente. A juventude que comigo conversava continuava a rebater que ainda assim havia exageros. Não tive dúvidas e corri em minha defesa: - Pôxa, se todos nós nos sentimos cada vez mais jovens e melhor, para que ficarmos murchos? Risadas total... Contra fatos não há argumentos, afinal penso mesmo que uma correçãozinha não é nada mal! A gravidade não ajuda, mas a ciência sim!